Um belo dia resolvi mudar….

Cansada de me olhar no espelho e não gostar do que via, sem saúde e sem auto-estima, arregacei as mangas e mudei minha vida. Comecei com os hábitos alimentares, mas apenas eles não resolveram meus problemas de saúde. Tive de levantar a bunda da “cadeira” e deixar o sedentarismo de lado para ter resultados efetivos. Passei a praticar exercícios regularmente para poder chegar aos meus objetivos. E sim gente, eu como pastel, chocolate, gordices em geral e também bebo cerveja, porém com moderação, pois em excesso até ÁGUA MATA.

Não estou aqui para dizer que modelo de vida as pessoas devem seguir ( geração saúde, sedentária ou do tipo estou nem aí), estou aqui para compartilhar o que me faz feliz e cada um é feliz a sua maneira correto?

E para finalizar, algumas fotos dessa minha nova fase (três anos e para sempre) espero. Porque eu sou uma louca e sou humana, logo posso mudar de ideia.

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Literatura: Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de cura e libertação – Pe. Jonas Abib

Sim sim, não não

“Estou confidenciando a você algo que a poucos e muito poucas vezes contei…”

( Pe. Jonas Abib – Sim, sim! Não, não!)

Uma leitura reveladora e de muita oração.

Nunca entendi o porque a igreja católica sempre foi contra o espiritismo, praticas de ocultismos, benzimentos e tudo referido a oferendas e sacrifícios. Este livro é revelador e mostra onde está escrito o porque a igreja é contra e quais os motivos. Inquietante e que meche em seu íntimo. Mostrando o único e verdadeiro caminho.

Sei que existe uma parcela da população que não acredita em nada, outra parcela em que acredita em tudo e  o livre arbítrio está aí para cada um fazer suas escolhas. Este livro lhes dá a escolha da cura, libertação, da renuncia e da ressurreição em Cristo.

O livro chegou a ser retirado das livrarias por ordem judicial por ser considerado com falsas acusações e preconceituosas. Mas a palavra está aí. A escolha é sua.

De quinta-feira: Velho Oeste

Na última quinta-feira uma amiga me convidou para conhecer um novo bar da cidade chamado Velho Oeste. De imediato pensei em declinar devido ao cansaço que o mês de dezembro traz consigo. Mas resolvi dizer sim e ir conhecer o novo lugar que já abriu a algum tempo e eu ainda não tinha ousado colocar os pés.

O que mais me atraiu na verdade, foi o show, rever as amigas e a comida é claro.

O lugar serve vários pratos refinados e pomposos, no entanto, caí num super x-picanha com muita batata frita mesmo. Uma delícia só para constar….

O mais bacana foi o show: Xenna Gheno, artista da cidade vizinha Xaxim. Um talento, me surpreendeu. Sempre ouvi falar dele e nunca tinha parado para apreciar seu som. Cantando grandes nomes da música brasileira e também composições próprias.  E não pessoal, não gravei nenhum trecho para ouvirem. Boboca, mas o que foi registrado foi a parceria da noite, as amigas Amanda e Alana (olha a dupla sertaneja aí gente). Brincadeiras a parte, foi muito bom sair e espairecer um pouco diante de um mês que me destrói.

Ps: Olha meu batom vinho Ingrid Abadde. É o nº 74 da Marchetti.

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Pessoas que me inspiram: Anne Hathaway

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Ela é linda? Ok!

Ótima Atriz? Ok!

Mas não é isso que me inspira nesta personalidade do cinema e sim sua brancura, palidez.

Isso mesmo. Como assim Josi?

Explico.

Sempre fui branquela, desde que eu era um embrião eu acho. Porém, durante muitos anos não me aceitava com minha cor. Me achava feia e sentia que apenas poderia ser bonita ou considerada bonita se parecesse um frango assado de tanto ficar no sol.

O problema é que nunca nem sequer cheguei perto de ficar com uma cor bonita e sem contar as incontáveis queimaduras das tentativas falhas de ser morena.

É por isto que ela me inspira. Ao ver ela no cinema branquela, linda, maravilhosa  e sexy, comecei a pensar….

….Se ela com toda essa brancura consegue ser linda eu também posso. E comecei a me aceitar. Aceitar minha pele clara, aceitar que se nasci assim não adianta lutar contra e correr o risco de ficar doente por conta de tanto sol indevido na pele.

Passei a me cuidar, cuidar da minha pele, da saúde dela. Filtro solar 60 sempre na bolsa, sombrinha e camisa de manga longa.

As pessoas me olham com cara de “Essa aí é louca!” Mas tenho certeza que todos os dermatologistas do mundo aplaudem em pé meus cuidados.

E hoje sou feliz com minha palidez. Me sinto linda branca mesmo e acho super atraente minha cor.

Aprendi a me aceitar e vocês?

(Imagem retirada do site: Moda Craz )

Nota de Abertura

GEDSC DIGITAL CAMERAJosiane Dagort, 27 anos. Moradora da cidade de Xanxerê no velho oeste de Santa Catarina. Interiorana, designer de Moda por formação e trabalhando a alguns anos com vendas na área de moda.

Já tive outros blogs que pereceram ao caos do cotidiano ou de minhas emoções.

Legumme trará minhas paixões, minhas aflições e meus gostos particulares.

Sem mais delongas….

Até a próxima pessoal.